10 março 2017
Saque do FGTS
Conheça as situações nas quais você pode sacar os recursos de sua conta vinculada e confira os documentos necessários para o saque:
O pagamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para os trabalhadores com contas inativas será realizado a partir de amanhã (10 de março).
Os primeiros a receberem o benefício serão os trabalhadores nascidos em
janeiro e fevereiro e assim sucessivamente. Os pagamentos serão
realizados até o dia 31 de julho, portanto se você faz parte desses nascidos nesses meses, corra até uma agência da CEF e pode sacar seu saldo das contas inativas.
Veja se você se enquadra nas condições de saque:
1. Demissão sem justa causa
• Carteira de Trabalho.
Documento de identificação.
• Número de inscrição PIS/PASEP/NIS.
• Termo de Quitação da Rescisão do Contrato de Trabalho (TQRCT) ou Termo de Homologação da Rescisão do Contrato de Trabalho (THRCT).
• Cópia autenticada das atas das assembleias que comprovem a eleição, eventuais reconduções e término do mandato, quando se tratar de diretor não empregado.
2. Término do contrato por prazo determinado
• Carteira de Trabalho.
• Cópia autenticada das atas das assembleias que comprovem a eleição, eventuais reconduções e término do mandato, quando se tratar de diretor não empregado.
• Documento de identificação.
• Número de inscrição PIS/PASEP/NIS.
• Termo de Quitação da Rescisão do Contrato de Trabalho (TQRCT) ou Termo de Homologação da Rescisão do Contrato de Trabalho (THRCT).
• Cópia do contrato firmado entre as partes com as devidas prorrogações, se houver.
3. Rescisão do contrato por extinção da empresa, supressão de parte de suas atividades, fechamento de estabelecimentos, falecimento do empregador individual ou decretação de nulidade do contrato de trabalho
• Carteira de Trabalho.
• Documento de identificação.
• Número de inscrição PIS/PASEP/NIS.
• Termo de Quitação da Rescisão do Contrato de Trabalho (TQRCT) ou Termo de Homologação da Rescisão do Contrato de Trabalho (THRCT).
• Cópia autenticada das atas das assembleias que comprovem a eleição, eventuais reconduções e término do mandato, quando se tratar de diretor não empregado.
• Declaração escrita do empregador, confirmando a rescisão do contrato em consequência de supressão de parte de suas atividades; ou cópia autenticada da alteração contratual deliberando sobre a extinção total da empresa, fechamento de quaisquer dos estabelecimentos, filiais ou agências; ou certidão de óbito do empregador individual; ou decisão judicial transitada em julgado, documento que comprove a rescisão do contrato de trabalho em consequência da falência; ou documento emitido pela autoridade competente, no qual reconheça a nulidade do contrato de trabalho.
4. Rescisão do contrato por culpa recíproca ou força maior
• Documento de identificação.
• Número de inscrição PIS/PASEP/NIS.
• Carteira de Trabalho.
• Cópia autenticada das atas das assembleias que comprovem a eleição, eventuais reconduções e término do mandato, quando se tratar de diretor não empregado.
• Sentença judicial estabelecendo culpa recíproca ou força maior, expedida pela Justiça do Trabalho e comprovante da rescisão do contrato de trabalho, quando houver.
5. Aposentadoria
• Carteira de Trabalho.
• Cópia autenticada das atas das assembleias que comprovem a eleição, eventuais reconduções e término do mandato, quando se tratar de diretor não empregado.
• Documento de identificação.
• Número de inscrição PIS/PASEP/NIS.
• Documento fornecido por Instituto Oficial de Previdência Social, de âmbito federal, estadual ou municipal ou órgão equivalente ou, ainda, portaria publicada em Diário Oficial, que comprove a aposentadoria.
• Termo de Recisão do Contrato de Trabalho (TRCT), homologado quando legalmente exigível, para contrato firmado após a Data de Início do Benefício (DIB) da aposentadoria.
6. Necessidade pessoal, urgente e grave, decorrente de desastre natural causado por chuvas ou inundações que tenham atingido a área de residência do trabalhador, quando a situação de emergência ou o estado de calamidade pública for assim reconhecido, por meio de portaria do Governo Federal
Fornecidos pelo Governo Municipal à Caixa:
• Declaração das áreas atingidas por desastres naturais.
• Formulário de Informações do Desastre (FIDE).
• Mapa ou croqui da(s) área(s) afetada(s) pelo desastre.
Fornecidos pelo trabalhador:
• Documento de identificação pessoal.
• Carteira de Trabalho.
• Cópia autenticada das atas das assembleias que comprovem a eleição, eventuais reconduções e término do mandato, quando se tratar de diretor não empregado.
• Número de inscrição PIS/PASEP/NIS.
• Comprovante de residência (conta de luz, água, telefone, gás, extratos bancários, carnês de pagamentos, entre outros) emitido nos últimos 120 dias anteriores à decretação da emergência ou calamidade havida em decorrência do desastre natural.
7. Suspensão do Trabalho Avulso
• Documento de identificação.
• Número de inscrição PIS/PASEP/NIS.
• Declaração assinada pelo Órgão Local de Gestão de Mão de Obra ou sindicato representativo da categoria profissional, comunicando a suspensão total do trabalho avulso, por período igual ou superior a 90 dias.
8. Falecimento do trabalhador
• Documento de identificação do sacador.
• Número de inscrição PIS/PASEP/NIS.
• Carteira de Trabalho do titular falecido.
• Cópia autenticada das atas das assembleias que comprovem a eleição, eventuais reconduções e término do mandato, quando se tratar de diretor não empregado.
• Declaração de dependentes habilitados ao recebimento de pensão fornecida por Instituto Oficial de Previdência Social, ou alvará judicial indicando os sucessores do trabalhador falecido.
• Certidão de Nascimento ou carteira de identidade e CPF dos dependentes menores, para abertura de caderneta de poupança.
9. Idade igual ou superior a 70 anos
• Documento de identificação que comprove a idade mínima de 70 anos.
• Número de inscrição PIS/PASEP/NIS.
• Carteira de Trabalho.
• Cópia autenticada das atas das assembleias que comprovem a eleição, eventuais reconduções e término do mandato, quando se tratar de diretor não empregado.
10. Portador de HIV - SIDA/AIDS (trabalhador ou dependente)
• Documento de identificação.
• Número de inscrição PIS/PASEP/NIS.
• Carteira de Trabalho.
• Cópia autenticada das atas das assembleias que comprovem a eleição, eventuais reconduções e término do mandato, quando se tratar de diretor não empregado.
• Atestado médico fornecido pelo profissional que acompanha o tratamento do paciente, no qual deve constar o nome da doença ou o código da Classificação Internacional de Doenças (CID), o número de inscrição do médico no Conselho Regional de Medicina (CRM) e a assinatura, sobre carimbo.
• Comprovante de dependência, no caso de saque em que o dependente do titular da conta for portador do vírus HIV.
• Atestado de óbito do dependente, caso este tenha vindo a falecer em consequência da moléstia, a partir da vigência da MP 2-164-40/2001 de 26/07/2001.
11. Neoplasia maligna (trabalhador ou dependente)
• Documento de identificação.
• Carteira de Trabalho.
• Cópia autenticada das atas das assembleias que comprovem a eleição, eventuais reconduções e término do mandato, quando se tratar de diretor não empregado.
• Número de inscrição PIS/PASEP/NIS.
• Atestado médico com validade não superior a 30 dias, contados de sua expedição, firmado com assinatura sobre carimbo e CRM do médico responsável pelo tratamento, com diagnóstico no qual relate as patologias ou enfermidades, o estágio clínico atual da moléstia e do enfermo, indicando expressamente que o paciente está sintomático para a patologia.
• Laudo do exame laboratorial que serviu de base para elaboração do atestado médico; ou
• Relatório circunstanciado do médico, que explique as razões impeditivas para a realização do exame, acompanhado de outros exames complementares comprobatórios;
• Comprovante de dependência, no caso de saque em que o dependente do titular da conta for acometido pela doença.
• Atestado de óbito do dependente, caso este tenha vindo a falecer em consequência da moléstia, a partir da vigência da MP 2-164-40/2001 de 26/07/2001.
12. Estágio terminal em decorrência de doença grave (trabalhador ou dependente)
• Documento de identificação.
• Carteira de Trabalho.
• Cópia autenticada das atas das assembleias que comprovem a eleição, eventuais reconduções e término do mandato, quando se tratar de diretor não empregado.
• Número de inscrição PIS/PASEP/NIS.
• Atestado médico contendo diagnóstico médico, claramente descritivo que, em face dos sintomas e do histórico patológico, caracterize estágio terminal de vida, em razão de doença grave consignada no CID, que tenha acometido o titular da conta vinculada do FGTS ou seu dependente, assinatura e carimbo com o nome/CRM do médico que assiste o paciente, indicando expressamente que o paciente se encontra em estágio terminal de vida.
• Documento hábil que comprove a relação de dependência, no caso de dependente do titular em estágio terminal de vida, em razão de doença grave.
• Atestado de óbito do dependente, caso este tenha vindo a falecer em consequência da moléstia, a partir da vigência da MP 2-164-40/2001 de 26/07/2001.
13. Permanência do trabalhador titular da conta vinculada por três anos ininterruptos fora do regime do FGTS, com afastamento a partir de 14/07/1990
• CTPS comprovando o desligamento da empresa e a inexistência de vínculo ao regime do FGTS por, no mínimo, três anos ininterruptos.
• Documento que comprove a condição de diretor não empregado e comprovante de permanência, por um período de três anos ininterruptos, fora do regime do FGTS.
• Documento de identificação do titular da conta.
• Número de inscrição PIS/PASEP/NIS.
Observação: o saque da conta vinculada poderá ser requerido a partir do mês do seu próximo aniversário.
14. Permanência da conta vinculada por três anos ininterruptos sem crédito de depósitos, cujo afastamento do trabalhador tenha ocorrido até 13/07/1990, inclusive
• Carteira de Trabalho onde conste o contrato de trabalho objeto de saque ou documento que comprove a condição de diretor não empregado e comprovando o desligamento até 13/07/90, inclusive.
• Documento de identificação do titular da conta.
• Número de inscrição PIS/PASEP/NIS.
15. Aquisição de casa própria, liquidação ou amortização de dívida ou pagamento de parte das prestações de financiamento habitacional
Os recursos podem ser utilizados por proponente que:
• Tiver 3 anos de trabalho sob o regime do FGTS, somando-se os períodos trabalhados, consecutivos ou não, na mesma ou em diferentes empresas.
• Não seja titular de outro financiamento ativo concedido no âmbito do SFH, em qualquer parte do território nacional.
• Não seja proprietário, promitente comprador, usufrutuário, possuidor ou cessionário de outro imóvel residencial concluído ou em construção no atual município de residência ou onde exerça sua ocupação principal, nos municípios limítrofes e na região metropolitana.
Outras situações:
• O proprietário de fração ideal igual ou inferior a 40% de imóvel residencial, quitado ou financiado, concluído ou em construção, pode utilizar o FGTS para adquirir novo imóvel.
• O cônjuge separado, proprietário de imóvel residencial, concluído ou em construção, pode utilizar o FGTS para adquirir novo imóvel, desde que tenha perdido o direito de nele residir e atenda às condições necessárias.
• O proprietário de uma fração de imóvel residencial quitado ou financiado pode comprar a fração remanescente do mesmo imóvel, com recursos do FGTS, desde que figure na mesma escritura aquisitiva do imóvel como co-proprietário ou no mesmo contrato de financiamento. Neste caso particular, a detenção de fração ideal pode ultrapassar os 40%. Devem ser atendidas as demais condições necessárias para utilização do FGTS na compra do novo imóvel.
• O proprietário de lotes ou terrenos pode utilizar o FGTS para compra de imóvel residencial, desde que comprovada a inexistência de edificação, através da apresentação do carnê do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) e matrícula atualizada do imóvel.
• O detentor de imóvel residencial recebido por doação ou herança pode utilizar o FGTS na compra de outro imóvel somente se o imóvel recebido estiver gravado com cláusula de usufruto vitalício em favor de terceiros.
• O FGTS pode ser utilizado para construção, desde que vinculado a um financiamento concedido dentro ou fora do SFH, conforme legislação vigente, ou por meio de programa de autofinanciamento contratado junto à Construtora/Incorporadora, Cooperativa Habitacional, Companhia de Habitação, Administradora de Consórcios Imobiliário e por “Contrato de Empreitada”, este formalizado de acordo com a legislação em vigor.
• É permitida a utilização do FGTS na aquisição e construção de imóvel misto (destinado à residência e instalação de atividades comerciais), mas o valor debitado só pode ser utilizado para adquirir fração correspondente à unidade residencial. Além disso, o imóvel a ser adquirido deve estar localizado no município onde o adquirente exerça sua ocupação principal; em município limítrofe ou integrante da região metropolitana; ou no município em que o adquirente resida comprovadamente há pelo menos 1 ano. A comprovação é feita mediante a apresentação de, no mínimo, dois documentos, como contrato de aluguel, contas de água, luz, telefone ou gás, recibos de condomínio, ou declaração do empregador ou de instituição bancária.
• O cônjuge ou companheiro pode utilizar o recurso de sua conta vinculada para aquisição de imóvel se também for proprietário do bem. Para tanto, deverá ser verificado o regime de bens adotado no casamento e as disposições legais constantes no Código Civil Brasileiro, para cada regime.
Solicitação do saque
Quando há rescisão de contrato, cabe ao empregador comunicar o ocorrido à Caixa, por meio do Conectividade Social. Em até cinco dias úteis, levando a documentação exigida, você, trabalhador, poderá sacar seu benefício. Nos demais casos, a solicitação de saque é feita pelo prórpio trabalhador ou seu representante, que comparece a uma agência da Caixa portando os documentos devidos. O saque também é liberado em até cinco dias úteis.
Realização do saque
Se o valor do saque for de até R$ 1.500,00, compareça em um dos canais listados abaixo, portando o Cartão Cidadão e senha pessoal:
• Correspondentes Caixa Aqui.
• Lotéricas.
• Postos de Atendimento Eletrônico.
• Salas de Autoatendimento.
Nas salas de autoatendimento das agências, é possível realizar o saque do FGTS sem o cartão do cidadão, informando apenas o número do PIS/PASEP/NIT/NIS e senha, para valores até R$ 700,00.
Se você não possui Cartão Cidadão ou se o valor do saque for maior que R$ 1.500,00, seu atendimento deve ser realizado nas agências da Caixa.
Nos locais onde não houver agência da Caixa, o saque deve efetuado no banco conveniado onde foi feita a solicitação do benefício. Na ocasião, o trabalhador cujo contrato de trabalho foi rescindido deve levar a documentação exigida.
Importante: o saldo da conta do trabalhador no FGTS é corrigido todo dia 10 de cada mês. Ao requerer o saque, o cliente pode solicitar se preferir, que o pagamento do FGTS seja efetuado após o crédito de juros e atualização monetária.
Fonte site da CEF
09 março 2017
Steve Jobs: se hoje fosse o último dia da minha vida?
Nos últimos 33 anos eu me olhei no espelho todas as manhãs e me
perguntei: se hoje fosse o último dia da minha vida, eu ia querer fazer o
que estou fazendo hoje?
E sempre que a resposta tem sido não por muitos dias seguidos, eu sabia que precisava de uma mudança.
Vídeo inspirador de Steve Jobs
Vídeo em inglês, mas pode colocar as legendas em Português, se preferir.
E sempre que a resposta tem sido não por muitos dias seguidos, eu sabia que precisava de uma mudança.
Vídeo inspirador de Steve Jobs
Vídeo em inglês, mas pode colocar as legendas em Português, se preferir.
Conheça as 7 melhores ferramentas de recrutamento e seleção
Texto extraído de: http://www.solides.com.br/7-melhores-ferramentas-de-recrutamento-e-selecao/
Uma vaga está disponível dentro da empresa, e é preciso encontrar o profissional mais adequado para preenchê-la. Mas você sabe, afinal, quais são as melhores ferramentas de recrutamento e seleção de pessoas usadas atualmente?
O setor de Recursos Humanos é o responsável por zelar por um dos principais capitais da empresa: os funcionários. É por meio de cada um deles que vem o sucesso de uma organização. Então, é preciso encontrar aquela pessoa que se encaixe perfeitamente nos requisitos da vaga.
Confira, no post de hoje, 7 ferramentas para te ajudar na hora de recrutar novos colaboradores para a sua equipe!
Embora sua popularidade não esteja tão em alta assim, o LinkedIn ainda detém a maior parte das informações que empresas precisam a respeito dos seus candidatos. Estima-se que 90% dos profissionais de nível superior façam uso dessa rede social. Portanto, empresas podem aproveitar essa ferramenta para buscar novos talentos. É importante, porém, seguir algumas recomendações.
Atualmente, as entrevistas ganharam novas formas de serem aplicadas: individual, em grupo, padronizadas ou não, por competência, comportamental, entre outras. Você pode fazer várias delas com a mesma pessoa, se preciso.
Isso serve para minimizar os riscos de contratar alguém não-qualificado para o cargo, o que impacta profundamente na cultura da empresa.
Uma dessas correntes enxerga o GI como uma habilidade social importante, que poderá ser perpetuada na empresa com relação aos clientes — portanto, valoriza essa estratégia. Treinamentos que orientam candidatos a se comportarem em uma entrevista, bem como leituras direcionadas a esse público, possuem total relação com o GI e vêm crescendo nos últimos tempos.
Diante disso, houve mudanças profundas com relação ao processo de recrutamento e seleção, uma vez que as relações de trabalho se tornaram muito mais transparentes.
Hoje, os próprios recrutadores orientam seus candidatos por meio de conteúdo web, livros, vídeos, etc., pois pretendem encontrar talentos compatíveis com a cultura da empresa, não só com uma boa capacidade técnica.
Existem no mercado softwares especialmente desenvolvidos para ajudar você e sua equipe a escolherem o melhor profissional para a vaga disponível. Você só precisa escolher um que melhor se adapte às necessidades da sua empresa e usá-lo no processo de seleção.
As provas podem ser aplicadas de maneira teórica (por meio de testes escritos) e/ou de forma prática (levando o candidato a apresentar o que ele sabe ou pode fazer).
Esse tipo de exame consegue levar o entrevistador a ter uma visão mais clara sobre o desempenho profissional do entrevistado. Alguns exemplos são: habilidades de escrita, aptidões sociais, conhecimento em ética no trabalho, etc.
As dinâmicas também são conhecidas como uma ferramenta vivencial, pois os participantes tendem a repetir suas atitudes do dia a dia e o que eles fariam normalmente.
Gestores de RH de empresas inovadoras afirmam que algumas vezes é importante tirar o candidato da sua zona de conforto — ou seja, inserir um elemento surpresa e até mesmo lúdico no processo pode dar outra conotação à entrevista, criando vínculos mais fortes desde o primeiro contato.
No entanto, é importante respeitar a individualidade de cada um e aplicar dinâmicas que não causem constrangimentos.
Há também testes online, cuja aplicabilidade é mais adequada ao contexto organizacional. Essas avaliações utilizam metodologias completas, com base teórica sólida — porém, de forma mais simplificada, atendendo à rotina de uma empresa.
A importância de aspectos psicológicos se deve ao fato de, muitas vezes, fatores relacionados à personalidade serem determinantes quando somados à cultura da empresa. Existem perfis mais compatíveis com certas funções e ambientes.
Agindo de forma correta, você e toda a equipe de Recursos Humanos contribuirão com a redução de custos e vão otimizar processos na sua empresa, garantindo, assim, a ascensão frente aos concorrentes e garantindo a satisfação de todos os funcionários.
Uma vaga está disponível dentro da empresa, e é preciso encontrar o profissional mais adequado para preenchê-la. Mas você sabe, afinal, quais são as melhores ferramentas de recrutamento e seleção de pessoas usadas atualmente?
O setor de Recursos Humanos é o responsável por zelar por um dos principais capitais da empresa: os funcionários. É por meio de cada um deles que vem o sucesso de uma organização. Então, é preciso encontrar aquela pessoa que se encaixe perfeitamente nos requisitos da vaga.
Confira, no post de hoje, 7 ferramentas para te ajudar na hora de recrutar novos colaboradores para a sua equipe!
Redes sociais
As redes sociais se tornaram um excelente canal de contato entre candidatos e empresas, ultrapassando suas funções iniciais voltadas para lazer e entretenimento. O LinkedIn, por exemplo, cujo principal objetivo é conectar profissionais, pode ser utilizado como uma ferramenta de recrutamento.Embora sua popularidade não esteja tão em alta assim, o LinkedIn ainda detém a maior parte das informações que empresas precisam a respeito dos seus candidatos. Estima-se que 90% dos profissionais de nível superior façam uso dessa rede social. Portanto, empresas podem aproveitar essa ferramenta para buscar novos talentos. É importante, porém, seguir algumas recomendações.
Entrevista
Normalmente, a entrevista é a primeira grande ferramenta utilizada para conhecer o candidato. Por meio dela, é possível conhecer melhor a pessoa e saber quais são os seus objetivos. Por mais que o tempo passe e surjam opções mais modernas, a entrevista continua sendo uma etapa indispensável.Atualmente, as entrevistas ganharam novas formas de serem aplicadas: individual, em grupo, padronizadas ou não, por competência, comportamental, entre outras. Você pode fazer várias delas com a mesma pessoa, se preciso.
Isso serve para minimizar os riscos de contratar alguém não-qualificado para o cargo, o que impacta profundamente na cultura da empresa.
Gerenciamento de Impressão e entrevista de seleção
O Gerenciamento de Impressão (GI) possui grande impacto sobre a entrevista de seleção. Entre os elementos que constituem essa estratégia, encontram-se os comportamentos de autopromoção e insinuação do candidato. Tal aspecto pode influenciar diretamente no resultado da entrevista, dividindo opiniões entre teóricos.Uma dessas correntes enxerga o GI como uma habilidade social importante, que poderá ser perpetuada na empresa com relação aos clientes — portanto, valoriza essa estratégia. Treinamentos que orientam candidatos a se comportarem em uma entrevista, bem como leituras direcionadas a esse público, possuem total relação com o GI e vêm crescendo nos últimos tempos.
Diante disso, houve mudanças profundas com relação ao processo de recrutamento e seleção, uma vez que as relações de trabalho se tornaram muito mais transparentes.
Hoje, os próprios recrutadores orientam seus candidatos por meio de conteúdo web, livros, vídeos, etc., pois pretendem encontrar talentos compatíveis com a cultura da empresa, não só com uma boa capacidade técnica.
Softwares de análise comportamental
Antes de qualquer ação, é preciso conhecer o perfil comportamental do candidato. Você pode fazer isso durante a entrevista e também com os dados obtidos por meio dela. Essa análise pode ajudar a reduzir custos da empresa e evitar prejuízos; portanto, ela deve ser muito bem executada.Existem no mercado softwares especialmente desenvolvidos para ajudar você e sua equipe a escolherem o melhor profissional para a vaga disponível. Você só precisa escolher um que melhor se adapte às necessidades da sua empresa e usá-lo no processo de seleção.
Testes de conhecimentos
Essa ferramenta é muito importante durante o processo de recrutamento e seleção, principalmente se você necessita de um profissional que já tenha experiência no cargo oferecido. Aqui, você vai conhecer as qualificações da pessoa e tudo o que ela pode oferecer.As provas podem ser aplicadas de maneira teórica (por meio de testes escritos) e/ou de forma prática (levando o candidato a apresentar o que ele sabe ou pode fazer).
Esse tipo de exame consegue levar o entrevistador a ter uma visão mais clara sobre o desempenho profissional do entrevistado. Alguns exemplos são: habilidades de escrita, aptidões sociais, conhecimento em ética no trabalho, etc.
Dinâmicas de grupo
A dinâmica de grupo é uma forma muito comum para a equipe de RH observar a interação do entrevistado diante das outras pessoas. É possível conhecer o jeito como o candidato vai agir, de acordo com a situação apresentada e sua conduta pessoal.As dinâmicas também são conhecidas como uma ferramenta vivencial, pois os participantes tendem a repetir suas atitudes do dia a dia e o que eles fariam normalmente.
Gestores de RH de empresas inovadoras afirmam que algumas vezes é importante tirar o candidato da sua zona de conforto — ou seja, inserir um elemento surpresa e até mesmo lúdico no processo pode dar outra conotação à entrevista, criando vínculos mais fortes desde o primeiro contato.
No entanto, é importante respeitar a individualidade de cada um e aplicar dinâmicas que não causem constrangimentos.
Testes psicológicos
Essas avaliações são feitas por psicólogos, em clínicas especializadas, e servem para que a equipe de RH conheça as aptidões do candidato de interesse, como raciocínio lógico e abstrato, inteligência, distúrbios mentais, estado emocional e personalidade do indivíduo.Há também testes online, cuja aplicabilidade é mais adequada ao contexto organizacional. Essas avaliações utilizam metodologias completas, com base teórica sólida — porém, de forma mais simplificada, atendendo à rotina de uma empresa.
A importância de aspectos psicológicos se deve ao fato de, muitas vezes, fatores relacionados à personalidade serem determinantes quando somados à cultura da empresa. Existem perfis mais compatíveis com certas funções e ambientes.
Exames médicos
Alguns cargos exigem muito do profissional e, nesse caso, é preciso que a pessoa esteja bem de saúde ou não seja comprometida com as tarefas que exercerá. Mesmo com o exame médico de admissão, o empregador pode solicitar avaliações de saúde mais específicas para o candidato.Agindo de forma correta, você e toda a equipe de Recursos Humanos contribuirão com a redução de custos e vão otimizar processos na sua empresa, garantindo, assim, a ascensão frente aos concorrentes e garantindo a satisfação de todos os funcionários.
09 julho 2013
E importância de precificar corretamente um produto
Estipular o preço de seus produtos e serviços é sem dúvida alguma uma das mais importantes decisões a serem tomadas pela empresa e apesar de sua relevância, muitas dificuldades são encontradas pelos gestores nessa formatação. Segundo Simon (1992), várias companhias deixam de aumentar seus lucros por adotarem políticas de preço impróprias e a falta de critérios objetivos faz com que as empresas dependam de razões subjetivas para a precificação, o que normalmente conduz a erros na determinação do preço dos produtos.
Encontrei uma pesquisa que mostra quais os dez erros mais comuns em política de preços:
-
a) tentar recuperar no preço do produto
os investimentos iniciais mal dimensionados;
b) não ter uma contabilidade de custos constantes;
c) repassar às vendas a prazo os juros do Banco Central - o correto seria estabelecer um juro igual ao retorno do capital;
d) não adequar propaganda e preço;
e) trazer a valor presente os preços de matérias-primas a ser pagas a prazo - o correto seria alocar o valor no prazo de desembolso;
f) aumentar os preços antes da data do recebimento do salário dos consumidores;
g) buscar o consumidor classe A;
h) não calcular descontos corretos;
i) uso de fórmulas de cálculos muito simplificadas - do tipo "custo + 10% de margem";
j) empresas que costumam fabricar produtos a baixo custo e fixam seu preço em função do mercado maximizam o próprio lucro. Mas erram na estratégia de longo prazo, não aproveitando sua vantagem competitiva de produção mais barata.
04 julho 2013
VAI FALTAR “LULA” NO CARDÁPIO
*Rogério Silva
E então? Lula em Brasília ou Lula em São Paulo? Não tem Lula
em estoque para os dois banquetes. Vai faltar candidato imbatível em algum
lugar ou nos dois, já que o dito cujo garante todos os 9 dedos das mãos que não
disputará eleição ano que vem.
A manifestação generalizada que tomou as ruas nas últimas
semanas abalou não um ou outro político, mas a classe inteira, já desacreditada
no Brasil por episódios que conhecemos de cor. A coisa ficou mais feia ainda
quando o povo percebeu que é só apertar um pouquinho que o político cede. Baixa
preço de ônibus, fala em Reforma Política, propõe plebiscito para ouvir o
clamor popular e destina dinheiro sagrado do petróleo para saúde e educação.
Precisava tudo isso para tomar uma atitude?
O sentimento agora é que a coisa funciona no grito, no berro.
Ou, na pior das situações, no quebra-quebra. Uma pena!
Voltando à tempestade sombria que paira sobre a cabeça dos
políticos, têm uns se fingindo de mortos. Não vão às ruas, não aparecem na tv e
assistem ao jogo de futebol pela televisão. Melhor evitar, vai que…
Com Dona Dilma abatida em 30% de popularidade, a expectativa
agora é aguardar pelos fatos novos – se é que virão – anexados a outras pesquisas
Ibope e Datafolha. Essas pesquisas nunca geraram tanta expectativa. O João
Santana, marqueteiro do Planalto, ameniza. Chuta que em 3 ou 4 meses a
popularidade da presidente se restabeleça. Do lado tucano, nenhuma previsão
semelhante ainda foi feita sobre o governador de São Paulo.
Fato é que faltam cartas na manga. Periga pintar algum
fenômeno saído do nada para pousar de salvador da Pátria. Em 1989 a crise era
tamanha, que o brasileiro abraçou a primeira novidade que apareceu. O perfil
novo e arrojado do “caçador de marajás” encantou a massa descrente no que
estava posto. E olha que foi uma eleição única, sem paralelos, com mais de 20
candidatos, dentre eles medalhões como o Dr. Ulisses, o ex-vice-presidente
Aureliano Chaves, Mário Covas e até, de passagem, Silvio Santos. Deu Collor, um
desconhecido até bem pouco tempo.
E se a presidente chegar enfraquecida à campanha do ano que
vem? E se Lula não tiver saúde para disputar eleição alguma? E se o povo não
surfar na ideia do mineiro Aécio, do pernambucano Eduardo Campos ou da
ambientalista Marina?
Peça o cardápio e seja exigente. Com ou sem frutos do mar no
menu, certamente haverá sugestões do chef. Resta saber se a conta a ser paga é
compatível com o bolso do cliente e se a indigestão de quatro longos anos
compensará.
Bom apetite!
(*)
Rogério Silva tem 41 anos, é jornalista e administrador de empresas. Tem MBA em
Gestão Executiva e Empreendedora, com extensão em liderança. Desde 2007 dirige
as áreas de infraestrutura midiática e jornalismo da Rádio Educadora Jovem Pan
e TV Paranaíba/Record, em Uberlândia, Minas Gerais - Colunista
Semanal do Blog www.administrandohoje.blogspot.com.br
26 junho 2013
O Brasil acordou
*Petrônio Hipólito
A semana de manifestações no
Brasil serviu para despertar de um sentimento de indignação na população que
estava escondido e abafado havia muito tempo. Um sentimento narcotizado na
época do endurecimento do regime, em 1964, que eliminou vários tipos de lideranças
por gerações, causando um sentimento de apatia e distanciamento da cena
política, mal compreendido como a cordialidade do povo brasileiro. Voltou agora
cheio de sentimento e vigor, fruto do processo de redemocratização do país e do
surgimento natural de novas lideranças.
Estive na Avenida Paulista em algumas
manifestações. A primeira chamou a atenção pela violência, pelos sacos de lixo
queimados, a sujeira espalhada pelo chão e a truculência da tropa de choque.
Nessa a condenação da ação da polícia foi unânime. Assim, a segunda foi a mais
bonita e totalmente pacífica. O fato de os policiais terem sido tirados de cena
para se fazerem necessários em caso de baderna, mostrou mais uma vez que o
papel da polícia sempre será o de manter a ordem e guardar o cidadão, sem o uso
da violência. A manifestação, sempre apartidária, com uma enorme pauta de
reivindicações ilustrada nos cartazes que cada manifestante ou grupo
orgulhosamente exibia embalado por palavras de ordem.
O movimento provocou um grande desconforto
nos governantes. O prefeito de São Paulo, Haddad, sem experiência política para
produzir a resposta que a manifestação exigia, ficou apático e à sombra do
govenador Alckmin com declarações paternalistas sobre o impacto da redução das
tarifas traria no investimento em transporte público. A presidente parece que
se esqueceu de seu passado e transmitiu, em rede nacional, um discurso
previsível e pasteurizado. Só agora convoca os líderes da nação para um pacto
pelo bem da saúde da educação?
Provocou em mim e espero ter
provocado nos leitores um desconforto e uma reflexão sobre o que, de fato, é
importante para cada um de nós. A luta pode ser ativa, nas ruas com cartazes,
movimentos e protestos vigorosos e pacíficos, como vimos na maioria das vezes.
A luta também pode ser silenciosa, um protesto íntimo que se mostra ao exterior
através da mudança de atitudes e opiniões. Mas nunca deve cair no vazio.
Acorda Brasil! E reproduzindo um
dos cartazes da manifestação:
Eu me revolto
Tu te revoltas
Nós SOMOS !
Até aproxima semana.
(*)
Petrônio Hipólito tem 54 anos, é engenheiro agrônomo pela ESALQ-USP. Especializou-se
em Gestão de Sustentabilidade e em Administração (CEAG) pela FGV. É palestrante
e consultor. Tem sólida experiência em Responsabilidade Social e
Desenvolvimento Sustentável.
19 junho 2013
Empresas evitam Judiciário e optam pela conciliação para resolver conflitos com o cliente
*Laura Lima
Atualmente podemos afirmar que, a tendência das grandes empresas, é optar pela conciliação com seus clientes, ao invés de prosseguirem com o entrave judicial, decisão esta que, além de menos custosa, não fere a imagem da empresa. Conforme acima afirmado, a conciliação entre empresa e consumidor além de mais barata ela traz o benefício da preservação da relação mais saudável com o cliente, fazendo com que este passe a vê-la como uma empresa que se preocupa em manter um bom relacionamento com seu público, e está antenada em aprimorar seus produtos e serviços, para evitar conflitos posteriores.
Alguns estudiosos do direito afirmam que, a causa principal desse aumento dos conflitos entre consumidor-empresa, tem relação com a expansão e popularização dos direitos do consumidor, onde as pessoas estão se dando conta de seus direitos como consumidores e trocando informações via internet com outros clientes que também encontram problemas semelhantes. Afirmam ainda que, com a troca viral de informações pela web, possibilitada pelas redes sociais, faz com que a imagem consolidada(ou não) de uma empresa seja desconstruída em segundos.
É ponto pacífico que as pessoas estão ficando mais conscientes de seus direitos, que lutam por eles sem pestanejar, e não hesitam em recorrer ao Judiciário para pedir o socorro jurisdicional e ver suas necessidades sendo atendidas.
A empresa privada é hoje, no mundo globalizado, a célula básica de produção de bens e serviços de que todos dependem, e estamos em um regime de capitalismo empresarial, onde o Estado, no geral, tem a função de regular o Mercado, mas não é o principal agente econômico, e nesse sentido, as empresas, para serem mais eficientes nas relações internas e com o Mercado, estão buscando modificar seu modo de resolver conflitos, fugindo da burocracia e da morosidade do Poder Judiciário.
Tal postura deverá ser o início de uma transformação nas relações entre fornecedor/consumidor, gerando um novo modelo social onde a complexidade do conflito no mundo contemporâneo será vivenciada em proveito de toda coletividade, contribuindo para gerar uma geração de pessoas mais equilibradas socialmente.
Nesse sentido, é de máxima importância a conciliação dos interesses de cada uma das partes envolvidas nas relações comerciais. Se por um lado é essencial que as necessidades dos consumidores sejam atendidas; por outro as empresas precisam alcançar seus objetivos, por meio de ações inteligentes, soluções inovadoras e estratégias efetivas e rentáveis.
Desta forma, é verdade uníssona que, manter-se como réu perante o Judiciário, é sempre danoso para a imagem de toda empresa, bem como muito mais custoso, haja vista o alto preço das custas judiciais e despesas com sucumbência de advogados,e também conciliar é a melhor forma de atender a necessidade de seus clientes e mantê-los fiéis a marca/empresa.
* Laura Lima Da Silva, advogada graduada em 1995 pela UESC, Especialista
em Direito Processual Civil pela Universidade Estadual de Santa Cruz
(2003), e inscrita na Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional da Bahia,
sob nº 14.340. Atua como advogada na áreas cíveis, comerciais e
consumerista.
Colunista semanal do Blog www.administrandohoje.blogspot.com.br
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